
O atendimento humanizado na rede municipal de saúde de Palmas tem impactado diretamente a vida dos usuários. O reconhecimento veio no depoimento de Bernardo Dania Guiné, filho da artesã Beatriz Castilho Dania, que completou 77 anos nesta quarta-feira, 15. A comemoração aconteceu com a participação da família na ação promovida pela Unidade de Saúde da Família (USF) Francisco Júnior, na Arso 41 (403 Sul), dentro da programação do mês da qualidade de vida da Secretaria Municipal de Saúde (Semus).
Segundo ele, o diferencial está no cuidado que vai além do básico. “Existe um a mais, um humano atrás do serviço público. Viemos de Belo Horizonte e isso não passa despercebido. Então fica aqui o agradecimento da minha família ao serviço público de saúde de Palmas porque de fato é transformador. Minha mãe é uma nova mulher depois que se mudou para Palmas”, destacou Bernardo.
Dona Beatriz participa há pouco mais de um ano do grupo de atividades da USF. “O atendimento na unidade convida a gente a participar das ações, a fazer a gente sair de casa e ter disposição. Eu comecei a frequentar o grupo, e, por ter problemas nos dois joelhos, faço atividades adaptadas, no meu tempo, e o acolhimento é tão bom que fiz amizades. Por isso quis comemorar meu aniversário ao lado dessas pessoas.”
Promoção da qualidade de vida
A ação reuniu pacientes para aferição de pressão arterial, orientações sobre combate ao tabagismo, riscos do consumo de álcool, especialmente associado a medicamentos, além de abordar a importância da saúde mental e incentivar a prática de atividades físicas. O grupo se reúne de segunda a quinta-feira, às 7h30, para a prática de atividades físicas e está disponível para qualquer pessoa da comunidade participar, na praça da Arse 41, na Alameda 21.
Quem é assídua ao grupo é a aposentada Regivalda Francisca Silva, de 66 anos. Já tem cerca de quatro anos que ela não perde as aulas e ainda participa de outras atividades como capoeira, vôlei, zumba, hidroginástica, entre outras atividades ofertadas pela Prefeitura de Palmas, no Parque da Pessoa Idosa. “Se eu fico sozinha em casa sem fazer nada, meu corpo endurece, então eu faço atividade física e me sinto melhor, mais ativa.”
O educador físico Francisco Duarte compara a atividade física a um remédio natural. “Quando a pessoa faz exercícios, ela fortalece a musculatura, o pulmão, o coração e isso já faz com que a vida seja prolongada, diminuindo as chances de doenças provocadas pelo sedentarismo, como infarto, AVC, diabetes, pressão alta, entre outras.”

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